Para o técnico, não estão sendo justas as cobranças que estão fazendo sobre o seu trabalho.
Ao final da partida contra o Treze, realizada no último domingo, o treinador do Campinense, Freitas Nascimento, durante a entrevista coletiva, fez uma espécie de desabafo aos profissionais de imprensa, presentes no vestiário da Raposa. Segundo ele, não estão sendo justas as cobranças que a crônica esportiva vêm fazendo sobre o seu trabalho a frente do clube cartola.
Com base nas palavras do técnico rubro-negro, nem no São Paulo, atual tri-campeão brasileiro, o técnico Murici Ramalho sofre uma pressão parecida com a que ele vem sentindo no Campinense. Freitas Nascimento também relembrou os números que possui no comando da Raposa, há cerca de um ano e quatro meses.
"Quando o Campinense perde as pessoas são injustas comigo. Chegou a hora de falar. Vamos parar com isso, me respeitem. Eu ganhei tudo que até agora disputei pelo clube. Joguei 72 partidas e perdi apenas 13. Disputei 11 clássicos e perdi três. Nem no São Paulo, com o Murici, que para mim é um dos melhores do país, é assim. Ano passado ele perdeu o Paulista e a Libertadores, mesmo assim lhe deram condições para ser tri-campeão brasileiro", comentou Freitas.
"Empatamos com o Treze na fase de classificação e disseram: Quintino deu um nó em Freitas. Perdemos na última quinta-feira, e falaram: fulano deu um nó em Freitas. E hoje (anteontem). Foi Freitas que deu um nó? Eu ganhei o jogo. Eu respeito os profissionais e Marcelo Vilar não tem nada a ver com a nossa vitória. Então, parece que já é carta marcada, criando situações", desabafou, se referindo ao atual e ex-técnico do Treze.
Freitas Nascimento também relembrou que no início, logo que chegou no clube cartola, não encontrou a mínima estrutura para o desenvolvimento do seu trabalho. "Quando cheguei, o Campinense não tinha nada. Eu, juntamente com os jogadores e a minha diretoria, fizemos tudo. Ninguém queria vir jogar no Campinense. Até por isso fiz um time barato, fato que também ajudou o clube a sanar suas dívidas", falou.
Mossoró - Na entrevista coletiva, Freitas Nascimento também falou sobre a dispensa do volante Marquinhos Mossoró, situação ocorrida no último sábado. Segundo ele, questões de indisciplina foram as causas. "O que ele fez a diretoria sabe e todo o grupo sabe”, comentou.
Fonte: Diario de Borborema.
Ao final da partida contra o Treze, realizada no último domingo, o treinador do Campinense, Freitas Nascimento, durante a entrevista coletiva, fez uma espécie de desabafo aos profissionais de imprensa, presentes no vestiário da Raposa. Segundo ele, não estão sendo justas as cobranças que a crônica esportiva vêm fazendo sobre o seu trabalho a frente do clube cartola.
Com base nas palavras do técnico rubro-negro, nem no São Paulo, atual tri-campeão brasileiro, o técnico Murici Ramalho sofre uma pressão parecida com a que ele vem sentindo no Campinense. Freitas Nascimento também relembrou os números que possui no comando da Raposa, há cerca de um ano e quatro meses.
"Quando o Campinense perde as pessoas são injustas comigo. Chegou a hora de falar. Vamos parar com isso, me respeitem. Eu ganhei tudo que até agora disputei pelo clube. Joguei 72 partidas e perdi apenas 13. Disputei 11 clássicos e perdi três. Nem no São Paulo, com o Murici, que para mim é um dos melhores do país, é assim. Ano passado ele perdeu o Paulista e a Libertadores, mesmo assim lhe deram condições para ser tri-campeão brasileiro", comentou Freitas.
"Empatamos com o Treze na fase de classificação e disseram: Quintino deu um nó em Freitas. Perdemos na última quinta-feira, e falaram: fulano deu um nó em Freitas. E hoje (anteontem). Foi Freitas que deu um nó? Eu ganhei o jogo. Eu respeito os profissionais e Marcelo Vilar não tem nada a ver com a nossa vitória. Então, parece que já é carta marcada, criando situações", desabafou, se referindo ao atual e ex-técnico do Treze.
Freitas Nascimento também relembrou que no início, logo que chegou no clube cartola, não encontrou a mínima estrutura para o desenvolvimento do seu trabalho. "Quando cheguei, o Campinense não tinha nada. Eu, juntamente com os jogadores e a minha diretoria, fizemos tudo. Ninguém queria vir jogar no Campinense. Até por isso fiz um time barato, fato que também ajudou o clube a sanar suas dívidas", falou.
Mossoró - Na entrevista coletiva, Freitas Nascimento também falou sobre a dispensa do volante Marquinhos Mossoró, situação ocorrida no último sábado. Segundo ele, questões de indisciplina foram as causas. "O que ele fez a diretoria sabe e todo o grupo sabe”, comentou.
Fonte: Diario de Borborema.
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